Fertilização in-vitro (FIV) (31)

31) Fertilização in-vitro (FIV)

A FIV, também chamada popularmente de "bebê de proveta", consiste em um conjunto de técnicas de Reprodução Assistida que tem como finalidade o tratamento da infertilidade, com bons índices de sucesso essa técnica teve seu marco inicial na década de 70 com o nascimento do primeiro bebê.

Com mais de 1 milhão de bebês nascidos no mundo por esta técnica, é indicada principalmente quando não há um fator masculino muito severo associado e quando há problemas tubários na mulher, sendo utilizada também a outros fatores de infertilidade.

Basicamente, essa técnica é dividida em quatro etapas:

1ª Fase - Estimulação Ovariana: Através da administração controlada de hormônios exógenos à paciente, com o objetivo de estimular a produção de um maior número de óvulos comparados a uma ovulação natural, tendo assim uma maior chance de selecionar os melhores embriões para serem transferidos. Nessa fase é muito importante que a paciente siga atentamente todas as instruções do médico, seguindo rigorosamente a dosagem a ser utilizada e os horários recomendados.

2ª Fase - Retirada dos Óvulos: consiste em uma técnica relativamente simples, onde, com o auxílio de ultrassonografia transvaginal retiram-se os óvulos que se desenvolveram no ovário através da estimulação com hormônios. Posteriormente, os óvulos são encaminhados ao laboratório para sua identificação e permanecem então em um ambiente e meio propício, rigorosamente controlado, similar á tuba uterina (pH, temperatura). Neste mesmo dia realiza-se a coleta dos espermatozóides e posterior preparo seminal.

3ª Fase - Contato dos espermatozóides com os óvulos: após a retirada dos óvulos e o preparo seminal, ambos são colocados em contato em um mesmo local, para que ocorra a penetração "naturalmente" do espermatozóide no óvulo, sem que haja qualquer outro tipo de procedimento.

4ª Fase - Desenvolvimento e Transferência dos Embriões: no dia seguinte ao contato do espermatozóide com o óvulo, verifica-se a fertilização e seu desenvolvimento até o 3º dia após a retirada dos óvulos. Os embriões são avaliados e classificados de acordo com parâmetros internacionais. Selecionan-se os melhores embriões para serem transferidos ao útero materno. O dia da transferência será determinado pelo laboratório de acordo com cada caso especifico. A transferência é um procedimento simples e indolor, não é necessário anestesia, os embriões são colocados em um cateter e o médico passa esse cateter através da cérvix e deposita os embriões no fundo do útero.

 


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