Barriga de Aluguel (23)

23) Barriga de Aluguel

Quando a mulher está impossibilitada de ter uma gravidez por alteração ou ausência uterina ela pode usar o tratamento chamado de Barriga de aluguel ou mãe substituta.

Na barriga de aluguel uma pessoa (mãe substituta) gesta a gravidez para a paciente que não tem útero ou o mesmo é incapaz de ter ou manter uma gravidez.

Pelas normas brasileiras a mãe substituta deve ser parente em até segundo grau da paciente (mãe, irmã, tia, prima) e no caso de não haver disponibilidade dessa pessoa deve ser solicitada uma autorização ao Conselho Federal de Medicina (CFM) para que outra paciente possa gestar. Em hipótese nenhuma será permitida a comercialização deste procedimento entre as partes envolvidas.

O Conselho Regional de Medicina de São Paulo, normatizou o procedimento determinando a documentação necessária para não haver problemas futuros. A mãe substituta deve passar por uma avaliação psicológica e física para verificar se tem as características necessárias para gestar. Ela deve assinar um termo de consentimento e se for casada o marido também. Além do mais, ela precisa fazer um contrato com a paciente e não deve haver nenhum tipo de transação comercial

Os óvulos da paciente são coletados após a estimulação da ovulação, fecundados pelo sêmen do marido e os embriões formados são transferidos ao útero da mãe substituta que foi preparado para receber a gravidez. Após o nascimento a mãe substituta entrega a criança à mãe biológica.





 

 

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