29) Determinando o sexo do bebê

Um dos fatores que mais instiga os casais modernos é a possibilidade de determinar o sexo do futuro bebê. Os chineses têm um calendário que diz ser eficaz na escolha do dia de ter as relações sexuais para conseguir menino ou menina. Esse calendário tem mais de 700 anos.

Com o desenvolvimento dos conhecimentos na área de Reprodução Humana, hoje sabemos muito mais sobre a determinação do sexo do embrião.  O DNA de uma pessoa contém metade dos cromossomos vindos da mãe e metade vindos do pai. Cada um contribui com um cromossomo para determinar o sexo do embrião. A contribuição da mulher é sempre o “X” e o homem pode contribuir com um “X” ou “Y”.

Então, o homem, através dos seus espermatozóides “X” ou “Y” é que determina o sexo do embrião. Para fecundar o óvulo é preciso que a carga elétrica da superfície do óvulo seja receptiva ao espermatozóide “X” ou “Y”. Também sabemos que o espermatozóide “Y” é mais leve, rápido e menos resistente e o espermatozóide “X” é mais pesado, lento e mais resistente. Desse modo, se a relação sexual se dá no dia da ovulação, os espermatozóides masculinos chegam antes no óvulo e se a relação se dá antes ou depois da ovulação as chances de um espermatozóide feminino chegar são maiores.

Muitas técnicas foram desenvolvidas para conseguir aumentar as chances de conseguir um bebê de um determinado sexo. Essas técnicas incluem desde o folclore das velhas senhoras, táticas para determinar o dia melhor para ter um bebê de um determinado sexo, as técnicas “baseadas” em dados científicos e as técnicas científicas propriamente ditas para a determinação do sexo do bebê. O ato de determinar o sexo, por técnicas científicas é chamado de Sexagem. Mas porque devemos determinar o sexo do bebê?

Os motivos podem ser exclusivamente de gosto pessoal, por motivos econômicos, para um balanceamento familiar e para evitar doenças ligadas ao sexo. O gosto pessoal depende de cada indivíduo, mas de uma maneira geral os homens “preferem” meninos para perpetrar seu nome e ter um “companheiro”, e as mulheres “preferem” as meninas como forma de “espelho” e da facilidade de ensinar “coisas femininas”, além de serem mais “caseiras” e menos arteiras.
Os motivos econômicos passam pelo uso das mesmas roupas, e pela escolha de apenas um filho. O chamado Balanceamento Familiar se aplica aos casais que já tem um ou mais filhos de um mesmo sexo e desejam “balancear” a família tendo um ou mais filhos do sexo oposto.

Por fim, a principal indicação para se determinar o sexo do bebê é a de evitar as doenças ligadas ao sexo. Como exemplo temos a Hemofilia, onde as mulheres transportam os genes da Hemofilia, mas não apresentam a doença e os homens que apresentam a doença. Desse modo se evitarmos o nascimento de filhos de casais onde o pai é Hemofílico evitaremos a perpetuação da doença.  Por outro lado, em um trabalho pioneiro realizado na Colômbia conseguiu obter o primeiro filho de um homem hemofílico. Foi feito um exame especial que determinou quais embriões eram masculinos e qual tinha uma expressão genética fraca, portanto incapaz de determinar a presença da doença.

 

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