17) CONSULTA DE MENINO AO ANDROLOGISTA

CONSULTA DE MENINO AO ANDROLOGISTA:
UM HÁBITO A SER ADOTADO, QUE PREVINE ATÉ INFERTILIDADE FUTURA

Muitos problemas graves de saúde do homem, como infertilidade e até mesmo impotência, poderiam ser evitados se os pais tivessem o hábito de levar o menino ao Andrologista quando ele atinge a puberdade. Quem faz o alerta é o médico Lister de Lima Salgueiro, que por acumular as especialidades de Ginecologia e Andrologia observa, ao longo de quinze anos de experiência clínica, que os pais estão longe de adotar esse cuidado com seus meninos, como boa parte das mães esclarecidas já faz com as meninas após a primeira menstruação.

“A frequência de adolescentes que vão ao ginecologista, que é uma prática relativamente usual nas classes média e alta, também deve ser intensificada, para atingir outras camadas da população, no caso dos meninos, e não existe sequer a consciência dessa necessidade” , observa Lister.

A falta de informação leva a consequências desastrosas, principalmente ao se considerar que poderiam ser evitadas. A Varicocele, por exemplo, - dilatação das veias da região escrotal – que responde por 30% dos casos de infertilidade masculina, é facilmente reversível através de cirurgia quando detectada na puberdade. Essa constatação é fundamentada, inclusive, por um programa de saúde desenvolvido na Bélgica.

A visita ao Andrologista também permite a avaliação dos testículos quanto à sua posição, consistência e volume, prevenindo problemas no desempenho sexual futuro. A observação completa dos caracteres sexuais secundários, como pelos e desenvolvimento dos genitais, é outro aspecto a ser acompanhado durante a adolescência.

Além disso, há fatores emocionais típicos dessa delicada fase da vida que, no caso dos meninos, acabam ficando com encaminhamento mais difícil. Convivendo, na maioria dos casos, muito mais com a mãe do que com o pai, o menino raramente se sente a vontade para conversar com ela sobre a descoberta do sexo, o que envolve angústia e insegurança em questões como masturbação, primeira experiência sexual e prevenção de doenças venéreas, entre outras tantas dúvidas. Homossexualismo, drogas, fumo e álcool são alguns dos problemas que podem ter origem nessa ausência de interlocutor certo, no momento adequado.

 “É nesses casos que o Andrologista exerce também a função de confidente, cúmplice e ponto de referência para o menino” ressalta Lister. Com alguém do mesmo sexo, que habilmente o deixa a vontade, o adolescente é induzido a se revelar, passando a limpo também suas dúvidas.

“A única restrição que coloco – acrescenta – é que o pai ou a mãe entrem no consultório. Num primeiro momento, eles devem ficar é do lado de fora"       

Fertilis.ados.menino/outubro


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