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Planejamento Familiar

 

Um dos problemas cruciais no mundo moderno, é a superpopulação do planeta. O crescimento populacional não é acompanhado pelo desenvolvimento econômico, pela produção de alimentos, e pela manutenção dos níveis de atendimento a saúde.



Em decorrência desses fatos a Organização Mundial da Saúde (OMS) organizou uma força tarefa, composta por especialistas da área, para desenvolver métodos de controle da natalidade.



Dentro do planejamento familiar podemos incluir tanto as técnicas de controle da natalidade como as técnicas para obtenção de gravidez.



Por outro lado foram criadas instituições particulares ou governamentais dirigidas ao planejamento familiar, principalmente nos países em desenvolvimento.



Entende-se como controle da natalidade a imposição de métodos de controle restringindo o número de filhos por casal, como é feito na China. Entretanto muitos pesquisadores acreditam que métodos de anticoncepção devm ser ofertados e fornecidos a população, para que o casal decida quanto a obtenção ou não da gravidez. Por outro lado vários países apresentam taxas de crescimento populacional negativo, levando os governos a estimular o nascimento de crianças.



Nos últimos 50 anos, com o melhor entendimento do funcionamento dos aparelhos reprodutivos femininos e masculinos, foram desenvolvidos vários métodos anticonceptivos.



Um bom método anticoncepcional deve ter algumas características básicas. Deve ser barato, de fácil uso, sem efeitos colaterais, eficiente, e reversível. Entretanto nenhum método disponível no momento preenche todos os requisitos básicos, mas muitos deles tem um alto indice de eficiência, com baixos indices de efeitos colaterais.



Os métodos anticoncepcionais podem ser divididos em métodos de inibição da relação, bloqueio na produção e tranporte de gametas (espermatozóides e óvulos), de barreira, de impedimento a implantação, e definitivos.

 

Entre os métodos de inibição da relação podemos citar os métodos da tabelinha, e da temperatura, nos quais se "calcula o período fértil, e se evita a relação sexual nesse período.

 

Os métodos mais conhecidos de bloqueio da produção de gametas são os anticoncepcionais, hormonais ou não, que inibem a produção dos gametas tanto da mulher (óvulos), como do homem (espermatozóides). Eles agem bloqueando o funcionamento hormonal, inibindo a produção dos gametas. Podem ser administrados por via oral, injetável, transdérmica, vaginal, e subcutânea.

 

Por outro lado os métodos de inibição do tranporte são mais utilizados para inibir a função principalmente dos espermas, como nos casos dos espermicidas e da ducha vaginal. São substâncias que "matam" os espermatozóides, e são aplicados na vagina antes ou depois do coito.

 

Os métodos de barreira impedem a progressão dos gametas. Entre esses métodos podemos citar os preservativos masculino e feminino, e o diafragma.

 

Os métodos que impedem a implantação dos embriões atuam causando alterações mecânicas ou hormonais no útero, o que impede a implantação do embrião. Podemos citar o Dispositivo Intrauterino (DIU), os abortivos como o RU486, e a pílula de emergênia também chamada de pílula do dia seguinte. O DIU pode ser classificado em duas categorias pois impede o avanço dos espermatozóides através da ação do cobre contido em suas hastes, e impede a implantação do embrião por sua presença na cavidade uterina. O RU486 ainda não foi aprovado, mas age retirando o embrião implantado. A pílula do dia seguinte altera o ambiente hormonal do útero impedindo a implantação do embrião.

 

Os métodos considerados definitivos fazem um bloqueio permanete da progressão dos gametas impedindo o encontro dos espermatozóides e dos óvulos. Os métodos conhecidos são a Laqueadura das trompas e a Vasectomia. Eram considerados definitivos mas com a evolução das técnicas cirúrgicas e de Reprodução Assistida passaram a ser reversíveis.

 

O objetivo do planejamento familiar é o de fornecer condições aos casais para que possam optar pela obtenção ou não da gravidez, planejando conforme suas condições socioeconômicas o tamanho de sua família. Por outro lado também fornecem condições de evitar gestações indesejadas, como em adolescentes, e em casos de impedimento de gravidez por problemas de saúde da mãe ou por problemas genéticos que poderiam ser transferidos a criança.

 

Também reduziria o absurdo número de abortos provocados, e as nefastas estatísticas de morte materna em decorrência de complicações de abortos mal feitos. Estima-se que no Brasil morram cerca de 400.000 mulheres por complicações de abortamentos provocados.

 

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