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Clonagem Humana Cruzeiro do Sul

 

Muito tem se discutido ultimamente sobre a possibilidade de realização da Clonagem Humana. É um assunto polêmico que envolve questões biológicas, médicas, sociais, genéticas, sociais, religiosas, políticas, econômicas e porque não bélicas.

 

O desenvolvimento das técnicas de Reprodução Assistida levou a ciência a um nível só imaginado pelas mentes férteis de escritores e falsos profetas. Com essas técnicas foi possível realizar o sonho de casais sem filhos, de obter a gravidez, de evitar certas síndromes genéticas e de conhecer mais a fundo todos os mecanismos da Reprodução Humana.

 

Toda a tecnologia dessa área foi desenvolvida e testada em animais para depois ser utilizada em humanos.

 

Desde o início do século cientistas tentam produzir uma cópia idêntica de um ser vivo de qualquer nível, seja um microorganismo, um órgão, ou uma pessoa.

 

Tecnicamente podemos dividir o processo de clonagem em Clonagem Terapêutica e Reprodutiva.

 

Na clonagem terapêutica (ou de Tratamento), o objetivo é o de reproduzir células, tecidos ou órgãos. As células poderiam ser utilizadas para reposição de órgãos como a medula óssea, para serem implantadas em órgãos defeituosos, causando uma regeneração, ou para produzir substâncias necessárias ao funcionamento do corpo, como os hormônios.

 

O DNA contem todas as informações que determinam as características das células, dos tecidos, e do individuo. Muitos já ouviram falar do projeto Genoma no qual conseguiu-se "mapear" a maior parte do DNA humano e mais adiante saberemos que pequena parte do DNA é responsável por cada atividade do corpo.

 

Com a tecnologia chamada recombinante podemos transferir o DNA de uma célula para outra e essa passa a seguir as "ordens" contida no DNA, executando as mesmas tarefas da célula doadora. Essa técnica já é usada em larga escala para produção de hormônios e poderá ser utilizada para o tratamento do Diabetes juvenil, no qual o Pâncreas não produz insulina. O DNA de células de um Pâncreas normal podem ser injetadas em células do intestino que passariam a produzir insulina, eliminado a necessidade de medicações externas. A produção de tecidos, como a pele, poderia ser útil em casos de queimadura repondo a pele dos lugares queimados, ou em acidentados. A produção de órgãos poderia ser utilizada em transplantes de fígado, pâncreas, rins, pulmões e outros.

 

De um modo geral é a parte da técnica mais bem vista, uma vez que poderia contribuir para vários tipos de problemas e doenças.

 

A clonagem com fins reprodutivos ou simplesmente de duplicação sofrem críticas por todas as suas implicações.


Tecnicamente existem dois tipos principais de técnicas de clonagem. Na primeira o embrião com 4 ou mais células é dividido em 4 ou mais embriões de 1 célula cada um. Cada embrião passa a crescer e teremos então 4 ou mais embriões geneticamente idênticos se desenvolvendo ao mesmo tempo e se esses embriões forem transferidos a várias "mães", chamadas de hospedeiras teremos o nascimento de fetos idênticos entre si mas gestados em mães diferentes.

 

Essa técnica é usada em larga escala em gado para a produção de mais filhotes de uma mesma matriz, ganhando tempo na sua reprodução. Os bezerros que seriam produzidos em vários meses ou anos poderiam ser produzidos em série se fossem gestados em várias vacas hospedeiras. Isso levaria a um aumento na qualidade dos rebanhos e ao mesmo tempo haveria uma maior produção de leite e carne de alta qualidade.

 

O outro tipo de técnica diz respeito a técnica utilizada na geração da famosa ovelha "Dolly" em 1997.

 

Nesse processo uma célula comum do corpo teria seu DNA retirado e em seguida injetado em um óvulo sem núcleo. Uma corrente elétrica ativa o óvulo e esse passa a se desenvolver utilizando as instruções contidas no DNA transplantado da célula normal. Assim o embrião passa a desenvolver as características do individuo original levando a formação do clone. Pode parecer simples, e de fato tecnicamente é, mas as implicações biológicas podem ser desastrosas.

 

Até a geração da Dolly foram usados quase 300 embriões e com exceção dela TODOS os embriões apresentavam distúrbios genéticos de menor ou grande porte. Como exemplo podemos citar malformações cardíacas, duas cabeças, ausência de membros, e um caso especial onde o filhote respirava tão rápido que parecia estar exausto e que por fim o levou ao óbito.

 

Outro aspecto interessante é que uma das programações contidas no DNA diz respeito a idade cronológica do indivíduo. Desse modo o DNA que gerou a Dolly transmitiu informações de um corpo já adulto, e a simpática ovelhinha envelhece a passos rápidos. Ela inclusive já deu cria demonstrando que sua capacidade reprodutiva se manteve intacta.

 

Dois pesquisadores internacionais de reputação duvidosa anunciaram sua intenção de fazer o primeiro clone humano, apesar de todas as opiniões contrárias a tal procedimento. De um modo geral toda a comunidade científica se mostra contrária a clonagem com fins reprodutivos, e por outro lado mostra-se favorável a clonagem terapêutica.

 

Infelizmente esses tipos de experiência, falsamente chamadas de científicas, como pudemos ver nas atrocidades cometidas na segunda guerra, contribuem de algum modo para o conhecimento humano. Mas o preço a ser pago é muito alto e vivenciaremos a criação de seres humanos, Deus sabe lá em que condições, até que a racionalidade, a seriedade e o bom senso prevaleçam, para banir essa técnica do nosso conhecimento científico.

 

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