/ClinicaFertilis

15 3233.0708 | 3233.0680 | 3233.0279

Avanços da genética em Reprodução Humana

 

A área de Medicina Reprodutiva se desenvolveu, basicamente, nos últimos 25 anos. Nesse período, ocorreram avanços no conhecimento da anatomia, fisiologia, e genética dos aspectos reprodutivos.

 

Uma área até então pouco conhecida como a genética, passou a ser estudada não só com objetivos de conhecimento do funcionamento reprodutivo mas também no aspecto do conhecimento do mapa genético humano (genoma), e de outras espécies.

 

Podemos dividir os avanços genéticos da área reprodutiva em: a) Produção de Medicamentos; b) Infertilidade Masculina; c) Diagnóstico Genético, Evolução e Implantação Embrionária; e d) Detecção de Distúrbios Genéticos na Gravidez.

 

A engenharia genética é aplicada na produção de medicações, através da tecnologia recombinante. O DNA das células que produzem um hormônio reprodutivo, é retirado e implantado em células de ovário de ratas chinesas. Essas células, por sua vez, passam a produzir o mesmo hormônio com as mesmas características físico-químicas do hormônio humano.

 

Na área de infertilidade masculina, descobriu-se que a ausência de uma mínima parte do DNA do cromossomo "Y" que determina o sexo masculino, é determinante para alguns casos de diminuição ou ausência da produção de espermatozóides. Essa alteraõa genética é "programada" para acontecer depois da idade adulta, em geral e leva a falência testicular com diminuição progressiva, até a total parada da produção espermática. A essa ausência de uma parte do cromossomo é dado o nome de microdeleção. Inicialmente, como causa a ausência de espermatozóides (azoospermia), passou a ser chamado de fator de azoospermia (AZF em Inglês). Mais tarde foram descobertos tres subtipos de microdeleção cada um responsável por um tipo de disturbio testicular.

 

Uma das técnicas desenvolvidas na medicina reprodutiva é o Diagnóstico Genético Pré-Implantação (PGD). Nessa técnica, uma das células do embrião, gerado em laboratório através da técnica de Fertilização In Vitro, é retirada e levada ao laboratório de genética para se avaliar a presença de alterações genéticas. Normalmente só podem ser feitos dois testes por vez, então se utiliza normalmente um teste para verificar o sexo do embrião e outro para uma determinada alteração genética. Por exemplo um casal que já tenha gerado uma criança com um determinado distúrbio genético pode recorrer a esta técnica para verificar a presença da mesma patologia nos embriões que foram produzidos In Vitro.

 

Com o uso deste mesmo teste foi possível verificar que alguns embriões formados em laboratório apresentam uma ausência de um ou mais cromossomos gerando embriões que até evoluem, mas são incompatíveis com o desenvolvimento completo. Isso explica porque conseguimos vários embriões em laboratório mas memso assim nem sempre acontece a gravidez.

 

Durante a gravidez é possível fazer exames para verificar a presença de distúrbios genéticos. Alguns deles são indiretos como a Ultrasonografia e testes bioquímicos. Por outro lado é possível coletar amostras de tecido da placenta ou dolíquido amniótico para se fazer uma avaliação genética e ver se existe algum tipod e distúrbio genético no embrião. Esse tipo de teste é indicado em geatantes idosas ou que tenham tido uma gestação anterior com distúrbio genético.

 

Todos esses avanços aprimoram as técnicas de reprodução assistida prevenindo e diagnosticando distúrbios genéticos, antes mesmo da ocorrência da gravidez.

 

 

fertilis@globo.com

 

15 3233.0708 / 3233.0680 / 3233.0279

 

Rua Marcelino Soares Leite, 33

Bairro Trujilo - Sorocaba/SP

CEP  18060-390 - Brasil

15 3233.0708 15 3233.0680

15 3233.0279

fertilis@globo.com

 

15 3233.0708 / 3233.0680 / 3233.0279

 

Rua Marcelino Soares Leite, 33

Bairro Trujilo - Sorocaba/SP

CEP  18060-390 - Brasil