Fatores tubários

O fator mais comum de infertilidade na mulher é o fator tubário. Ocorre em aproximadamente 30% dos casos de infertilidade feminina.

Muitas pessoas pensam que o fator tubário está associado somente a obstrução das trompas, mas outros fatores também podem influir no processo.

De um modo geral temos as obstruções, as aderências e fatores externos. Em todos eles ocorre um processo inflamatório que vai danificar a trompa. Entre esses processos estão as cirurgias não necessariamente só ginecológicas, as infecções, as inflamações, a endometriose, ovulações com hemorragia e etc.

Um erro comum que encontramos no dia a dia ocorre no exame de histerossalpingografia. Nesse exame, se injeta um contraste no útero que preenche a cavidade uterina e as trompas. Muitas vezes, observamos que no laudo está escrito dentro da normalidade porque houve passagem do contraste mas não se vê qualquer movimentação das trompas ou verificamos que estão em posições altas e fixas significando que não pérvias ou seja; passa o contraste, mas são fixas diminuindo a chance de captação dos óvulos e conseqüentemente da fertilidade. Esses casos são chamados de fator tubário menor.

Quando ocorre um fator tubário não obstrutivo aumenta as chance de uma gravidez ectópica tubária. A incidência de gravidez tubária na população em geral é de 5% e quando existe um fator tubário menor a chance aumenta para 50%.

A indicação dos tratamentos depende sempre da qualidade da trompa. No coito programado e na inseminação artificial sempre precisamos das trompas íntegras. No caso de obstrução indica-se a Fertilização In Vitro.

 

 

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