Dicas Fértilis

Dicas para escolher uma Clínica de Fertilização 

O profissional ou a clínica especializada em infertilidade deve ser escolhida criteriosamente, pois os detalhes, que num primeiro momento podem parecer sem importância, muitas vezes têm influência direta no sucesso do tratamento do casal. A paciente deve sentir-se à vontade, ter sempre a oportunidade de realizar diálogos francos e abertos com o médico responsável e ter à sua disposição uma equipe de profissionais eficientes que, trabalhando em conjunto, possam responder as suas dúvidas sempre que as tiver. Os casais, neste tipo de acompanhamento médico, têm muitas dúvidas, pois os detalhes e etapas, que envolvem os tratamentos que serão expostos, são bastante complexos.

Todos os profissionais da clínica desempenham um papel essencial no auxílio do casal e devem estar em sintonia com os anseios das pessoas envolvidas, para que não haja informações desencontradas e a paciente sinta-se confusa.

É fundamental que se saiba como a clínica trabalha: os princípios éticos, morais e legais que envolvem os tratamentos, o rigor nos controles e a transparência das taxas de sucesso relatadas, para que não haja uma falsa ilusão de que uma clínica é melhor que a outra. Não se iluda com tratamentos alternativos, milagrosos, com taxas de sucesso exageradas. Alguns profissionais exageram a sua estatística com o objetivo de conquistar a confiança das pacientes. Reflita! Saiba avaliar o que ocorre no resto do mundo. Não existem milagres. O casal deve sentir-se à vontade e jamais ficar constrangido em fazer perguntas.

Abaixo selecionamos algumas perguntas de extrema relevância que devem ser levadas em consideração pois podem fazer a diferença no sucesso de seu tratamento.


1- Há quanto tempo à clínica está no mercado?

R. A Clínica Fértilis atua na cidade de Sorocaba-SP há 17 anos, no ano de 2012 comemoramos a marca histórica de 1500 bebês nascidos.

2 – Experiência dos profissionais envolvidos?
A Clínica Fértilis é formada por uma equipe de profissionais com experiência e renome na área reprodutiva.
 Diretor Clínico: Dr. Lister de Lima Salgueiro, é formado em medicina há 29 anos e a 22 atua na área de medicina Reprodutiva. É o responsável pelo primeiro nascimento de bebê de proveta nas cidades de Sorocaba e Guarulhos.
Embriologista Responsável: Dr. Bernardo Lamounier de Moura, é Biomédico e Médico Veterinário com Pós-graduação em Reprodução Humana e atua há 8 anos na área.
Saiba Mais em: http://www.fertilis.com.br/equipe.html

3- Quantos tratamentos a clínica realiza por ano?
R. Realizamos cerca de 200 procedimentos por ano de Fertilização In Vitro

4- Qual é a taxa de sucesso dos tratamentos na Clínica Fértilis?
R. Nos casos de Inseminação Intra-uterina as taxas de sucesso são de aproximadamente 20%.
Nos casos de alta complexidade em que utilizamos a técnica de Fertilização In Vitro (FIV) e Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóide (ICSI), no ano passado tivemos uma taxa de gravidez média de 57,8% em pacientes com idade até 35 anos, 48,3% com idade entre 35 e 40 anos, e 26,0% acima de 40 anos.

5 - O tratamento será acompanhado do começo ao fim pelo mesmo médico/equipe?
R. Sim. Todos os exames, controles, aspiração e transferências são realizadas diretamente pelo Dr. Lister o que facilita o acompanhamento do caso.

6- A clínica oferece algum serviço de suporte emocional?
R. Em casos específicos indicamos o tratamento psicológico para atenuar o stress do procedimento. De um modo geral, procuramos acolher nossos pacientes disponibilizando atendimento 24 horas por dia e  mantemos a paciente bem informada sobre tudo que será feito, dessa forma diminui o stress e ansiedade.

7- Qual é o custo médio do tratamento, entre medicamentos, exames e procedimentos?
R. O custo do tratamento é relativo a cada caso e tipo de tratamento necessário. Nos casos de baixa complexidade o custo varia entre 2-4mil reaiss. Nos casos de alta complexidade pode variar entre 9 a 17 mil reais. Existem formas de pagamento facilitadas para cada procedimento.

8 - Como o pagamento é realizado? Há facilidades?
R. Existe desconto para pagamento a vista e formas de parcelamento para o tratamento. As distribuidoras de medicamentos também facilitam o pagamento na compra dos medicamentos.

 

 

F.A.Q. em relação ao Tratamento

1 – Quanto tempo dura o tratamento?
R. Cada ciclo de tratamento demora em média 42 dias e o numero de tentativas depende das chances de cada caso.

2- Há restrições em relação ao tratamento? (idade, hepatite B ou C, HIV, sobrepeso/obesidade, casais homossexuais)
R. De maneira geral não há restrições ao tratamento. Em casos de pacientes soropositivos, através de técnicas específicas conseguimos isolar os gametas e assim é possível terem um filho não infectado pelo vírus. Mesmo em casos de ausência de gametas e de útero que parecem impossíveis, existem técnicas alternativas que auxiliam o sucesso de ter um filho. Quanto a casais homossexuais e mulheres solteiras, assim como outras técnicas, seguimos as orientações do Conselho Federal de Medicina que permite o tratamento.

3- Qual é a taxa das gestações que resultaram em gestações múltiplas?
R. Nossos resultados estatísticos demonstram que em 80% dos casos a gravidez é única, em 18% dupla e em 2% tripla. Neste ano, após 17 anos de clínica, tivemos o primeiro caso de gravidez gemelar univitelina que é originado da bipartição de um embrião.

4- Quais os exames necessários antes de dar início ao tratamento?
R. Sempre antes do início do tratamento deve-se avaliar tanto o homem quanto a mulher para investigar os possíveis fatores de infertilidade. No homem basicamente é solicitado o exame para análise seminal. Na mulher, é solicitado exames de Ultrassonografia Pélvica transvaginal, dosagem Hormonal e Histerossalpingografia. Outros exames podem ser solicitados para maior elucidação do caso.

5 - Como é o processo, quando e quais medicações devo tomar?
R. Como falamos antes o processo dura em média 42 dias. No caso da fertilização utilizamos com mais frequência o protocolo longo. A paciente utiliza uma medicação para “bloquear” o ciclo (Synarel Spray) durante 14 dias em média. A paciente menstrua e se a dosagem do estradiol estiver baixa e os ovários sem folículos maiores de 20 mm, iniciamos a segunda fase com aplicação de Gonadotrofinas (Gonal-F, Puregon, Menopur) até que os folículos (pequenas bolsas de líquido que contém os óvulos) estejam maduros. Aplicamos então uma medicação (Ovidrel, Brevactide) para provocar a ovulação. A coleta dos óvulos é feita 35 horas depois da injeção. Os óvulos são enviados ao laboratório onde são limpos contados e classificados. Depois disso os óvulos são injetados com espermatozoides numa técnica chamada de Injeção Intracitoplasmática de espermatozoide (ICSI). No dia seguinte, verificamos se ocorreu a fertilização e no terceiro dia os embriões selecionados são transferidos ao útero. Doze dias depois verificamos a presença de gravidez através de um exame de sangue. Fazemos então o acompanhamento dessa gestação até o terceiro mês de gravidez quando a paciente é reencaminhada ao obstetra.

6 - Quantas consultas serão necessárias durante o processo?
R. Normalmente a paciente deve vir ao consultório entre 5 e 6 vezes. Nos casos de ultrassonografia e dosagem hormonal demora cerca de 20 minutos, no dia da aspiração dos óvulos uma hora e no dia da transferência cerca de 40 minutos.

7 - Há efeitos colaterais? Quais são os riscos?
R. Normalmente existem alguns sintomas referentes ao tratamento, mas nada que não seja suportável.
a) Aumento de peso: segundo estudos as medicações causam um acúmulo de líquidos no corpo de até um litro e meio mas após 80 horas da ultima medicação esse liquido é reabsorvido.
b)Infecção: A taxa de infecção após o procedimento é de 0,00043%.
c) Perfuração de órgão adjacentes durante o procedimento: Nunca tivemos nenhum acidente grave em mais de 10 mil punções feitas.
d) Malformação do feto: A taxa média de nascidos com malformação com a FIV no mundo é de 0,65% e felizmente nunca tivemos nenhum nascido assim.
e) Síndrome de Hiperestimulação Ovariana: Pessoas sensíveis a medicação podem produzir muitos óvulos (mais de 20) levando a um aumento no volume dos ovários, diminuição e distensão no transito intestinal, e formação de liquido no interior da cavidade. Sua incidência é de 6% em média e nunca tivemos um caso com internação hospitalar.
f) Gravidez ectópica: Os embriões são colocados no fundo do útero com direcionamento por ultrassom. Por motivos ainda não bem esclarecidos os embriões são transferidos as trompas. Tivemos 4 casos em 17 anos.
g) Abortamento: A taxa de abortamento até 35 anos é similar a uma gravidez natural e após essa idade a taxa aumenta. Pacientes com mais de 40 anos tem até 50% de chance de abortar.

8 - A Clínica Fértilis possui condições de detctar precocemente embriões com alteração genética como Síndrome de Down e outras?
R. Sim. Em casos indicados estamos aptos a fazer a biópsia do embrião seguida de mapeamento genético. Através da técnica do Diagnóstico Genético Pré-implantacional (PGD), conseguimos detectar alterações de até 9 cromossomos simultaneamente. O CGH é uma recente técnica que permite investigar alterações menores em todos os cromossomos.

 

F.A.Q. Infertilidade

1 - Quando o casal deve procurar tratamento para ter filhos?
R. Após 1 ano de vida sexual ativa sem contracepção e sem obter uma gestação. Após 2 abortos consecutivos. Quando a mulher tiver mais que 35 anos ou houver qualquer outra suspeita de dificuldade para engravidar em qualquer idade, o tratamento pode ser iniciado antes de 1 ano de tentativa de engravidar.

2 - Quando um casal é considerado infértil?
Procuramos não utilizar o termo casal infértil. Podemos dizer que após um ano tentando engravidar sem sucesso, há suspeita de algum fator dificultando a concepção.

3 - Qual o procedimento que o casal deve seguir?
Aquele casal que apresenta uma dificuldade para engravidar deve ser avaliado, para se buscar as causas do problema. E para isso usamos alguns exames de pesquisa básica como: histerossalpingografia é a colocação de contraste no interior do útero para possibilitar a visualização da cavidade uterina, permeabilidade e aspecto das trompas. A ultrassonografia permite avaliar o aspecto uterino e ovariano. O espermograma mostra informações sobre quantidade, motilidade e morfologia dos espermatozóides. Quanto aos exames hormonais é necessário avaliar todos os hormônios que podem influenciar na ovulação ou no transcorrer de uma gravidez.

4 - Está aumentando o número de casais inférteis?
Sim. A sexualidade mais precoce e liberal com conseqüentes doenças sexualmente transmissíveis, a postergação da maternidade associada a fatores ambientais como poluição e stress tem elevado o índice de casais com dificuldade para ter um filho.

5 - A fertilidade diminui com a idade?
Sim. Aos 15 anos a mulher tem 1% de chance de ser infértil, enquanto que, aos 35 anos, este índice é de 30%. Mesmo que após os 35 anos a mulher não seja infértil, ela geralmente terá mais dificuldades para engravidar necessitando um maior número de tentativas quer seja para gravidez espontânea ou através de tratamentos.

6 - Quais são as maiores causas da infertilidade masculina e feminina?
A principal causa de infertilidade masculina é desconhecida (chamada de idiopática).
A mulher tem como principais causas de infertilidade a endometriose, alterações nas trompas, distúrbios da ovulação, alterações uterinas, entre outras.

7 - Há fatores que aumentam os riscos de infertilidade feminina?
Sem dúvida. O fato de deixar para engravidar mais tarde, a obesidade ou o baixo peso, a exposição a doenças sexualmente transmissíveis e o tabagismo são exemplos claros de situações que aumentam o risco de infertilidade e que devem ser evitados.
Outra situação que vemos na prática clínica é quando a mulher é submetida à quimioterapia ou radioterapia no tratamento do câncer. Neste caso, dependendo do esquema utilizado, há perda dos óvulos e alto risco de infertilidade.

8 - Problemas de fertilidade são hereditários entre as mulheres?
A grande maioria dos problemas não são hereditários, mas existem exceções.
Em relação à mulher, por exemplo, existem famílias com Síndrome dos Ovários Policísticos, miomas, endometriose e perda precoce dos óvulos (falência ovariana prematura).
Já os homens podem ter alterações genéticas que levam a redução da qualidade do sêmen. Outra situação rara, mas importante, é quando há ausência dos ductos deferentes bilaterais (canais que transportam os espermatozóides do testículo para o ducto ejaculatório). Este problema está relacionado a uma mutação do gene da fibrose cística, doença grave que deve ser avaliada.

9 - Há fatores que aumentam os riscos de infertilidade masculina?
Sim, principalmente relacionados à exposição a substâncias tóxicas. Dentre os exemplos mais comuns temos os medicamentos usados em quimioterapia, a radiação ionizante, o calor ou os hormônios exógenos. Além disso, infecções que levam a inflamação dos testículos (orqui-epididimite) também podem estar envolvidas.

10 - Como a idade interfere na fertilidade do homem?
A idade interfere na fertilidade do homem, mas de maneira muito menos importante do que na mulher. Há trabalhos que mostram uma redução na concentração e na motilidade dos espermatozóides, outros um aumento de problemas genéticos com a idade. No entanto, as evidências demonstram pouca ou nenhuma influência na capacidade de gerar uma gravidez.

11 - O que é menopausa precoce?
Normalmente o estoque de óvulos nos ovários se esgota ao redor dos 45 - 50 anos. Quando este fato ocorre mais cedo, denominamos menopausa precoce. Se o quadro estiver totalmente estabelecido, o único tratamento disponível é a doação de óvulos

12 -  Laqueadura Tubária - como resolver?
A mulher com trompas laqueadas pode voltar a engravidar após uma micro cirurgia tubária. A cirurgia é fácil e com ótimos resultados, realizada por laparoscopia e mini-laparotomia, necessitando de internamento de apenas 10 horas, com alta hospitalar no mesmo dia e retorno ao trabalho em 7 dias. A Fertilização "in vitro" também pode ser utilizada com ótimos resultados. A escolha do método de tratamento fica à critério do casal.

13 -  Vasectomia - como resolver?
Homens que tenham realizado a vasectomia há menos de 10 anos podem recuperar sua fertilidade com uma micro-cirurgia semelhante à realizada para a vasectomia, porém com duração maior, necessitando internamento hospitalar de apenas algumas horas. Após 10 anos da vasectomia, geralmente os espermatozóides obtidos após a reversão apresentam qualidade e quantidade insuficientes para uma gravidez espontânea. Está então indicada a Fertilização "in vitro" com ICSI (injeção intra-citoplasmática de espermatozóides). Pode-se optar por esta última técnica mesmo para homens com vasectomia realizada há menos de 10 anos.

14 - Como funciona a doação de óvulos e espermatozóides?
O banco de sêmen é muito mais simples e já existe a vários anos. Normalmente esses bancos selecionam grupos de homens jovens e com potencial reprodutivo comprovado e solicitam a doação, que deve ser feita sem benefícios financeiros entre as partes. A doação de óvulos é mais difícil, pois necessita que a doadora use hormônios para prepará-la para coleta dos óvulos que é feita com anestesia, portanto existe um ato médico que apesar de ser de baixo risco não é isento dele. No Brasil a doação de óvulos não pode ter caráter comercial, deve ser feita principalmente de forma anônima e sem benefícios financeiros entre as partes.

15 - O que é avaliação da reserva ovariana?
São exames realizados para determinar o potencial de produção de óvulos pelos ovários. São especialmente importantes em pacientes com idade acima de 35 anos.

16 - Quando utilizar doação de óvulos?
Quando a paciente não apresentar óvulos por ter tido seus ovários retirados cirurgicamente; destruídos devido a cistos, tumores, infecções ou endometriose ou apresentar falência ovariana prematura também denominada menopausa precoce.

17 - O que é, e quando utilizar útero de aluguel?
Esta técnica é indicada quando a mulher que deseja engravidar não apresenta útero normal, ou seja, portadora de doenças em grau avançado como diabete, insuficiência cardíaca ou pulmonar, pressão alta ou outras que a impossibilitem de suportar uma gestação. Felizmente estas situações são raras. Nestas condições, o casal que deseja ter um filho terá o óvulo da mulher fertilizado pelo espermatozóide do marido em laboratório e o embrião assim formado é implantado no útero emprestado por uma mulher de parentesco até segundo grau a qual gestará os 9 meses.

18 - Congelar embriões é seguro?
Sim, no último registro americano sobre os tratamentos de reprodução assistida os ciclos com embriões congelados representaram 21,4% de todos os ciclos realizados em 2008. Hoje a maioria dos laboratórios de reprodução assistida possui programas de sucesso usando embriões congelados.

19 - Tenho endometriose poderei engravidar naturalmente?
Nos casos leves da doença normalmente a resposta seria sim, poderia. Nos casos mais graves, quando normalmente existe um comprometimento dos órgãos reprodutivos (útero, ovários e trompas) pode haver dificuldade e é necessário auxílio de um especialista.

20 - Meu marido não possui espermatozóides no ejaculado, isso significa que ele não produz espermatozóides?
Não. Em alguns casos a produção de espermatozóides é tão pouca que não são encontrados no espermograma, dessa forma é necessária a utilização de técnicas em que é possível buscar os espermatozóides diretamente onde são produzidos, nos testículos (TESA), assim é possível recuperá-los e utilizá-los para fertilização in vitro.
Há casos também de mal formação do canal que conduz os espermatozóides (canal deferente), dessa forma o homem produz espermatozóides mas não consegue eliminá-los no ejaculado. Com auxílio de uma técnica de punção de epidídimo ( PESA) é possível recuperá-los e utilizá-los para fertilização in vitro.

 

Clínica Fertilis - Rua Marcelino Soares Leite, 33 - Trujillo - Sorocaba-SP - CEP: 18060-390 - Brasil
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